Uma Pesquisa interessante das Universidades Rockefeller, Princeton e da Califórnia, mostrou em 2001 que nem sempre quando sentimos fome os estímulos são dos hormônios LEPTINA e GRELINA. Lembrando: quando ficamos sem comer, inicia-se uma guerra com organismo. A lípase, enzima que regula o armazenamento de gordura, fica superativada. E o hormônio LEPTINA que nos deixa saciados, numa boa, é reduzido e o hormônio GRELINA, o que dá a sensação de fome, ronco do estômago, aumenta.

A PESQUISA mostra que há “centrais da emoção” no cérebro que enviam mensagens de FOME, sem que sejam verdadeiras. A pessoa reduziu alimentos, deixou de comer excessivamente e para enganar o exército LIPASE+LEPTINA+GRELINA passou a comer de três em três horas. Aí entra em ação um batalhão da reserva com estratégias e táticas enganosas, levando a pessoa a ter sensação de fome. Só sensação, pois não existe fome.  A pessoa precisa estar alerta, pois para o organismo é um salve-se quem puder. Ele não aceita o emagrecimento. Quer reserva de gordura e usa de todas as armas para conseguir resultados satisfatórios.